A descoberta foi feita a partir da análise genética de amostras coletadas na Ilha Deception, uma das regiões vulcânicas mais ativas do continente. O microrganismo foi batizado de Pyroantarcticum pellizari, em homenagem à microbiologista Vivian Pellizari, pioneira no Brasil em estudos sobre organismos que vivem em condições extremas.







